Nocaute emocionante e chave de braço ganham bônus do Brave 8

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Luan Santiago e Eduardo Ramon faturaram principais prêmios do evento

Por: MMA Premium

Em uma noite com diversas interrupções e lutas emocionantes, era preciso que um lutador tivesse uma performance realmente espetacular para se destacar e ganhar os bônus de Nocaute e Finalização do Brave 8: The Rise of Champions. Luan “Miau” Santiago e Eduardo “Camelo” Ramon fizeram exatamente isso, partindo para cima de seus adversários, terminando seus combates antes da hora e sendo premiados por nocaute e finalização, respectivamente, sobre Igor Soares e Rogério Santos.
Tendo que enfrentar um oponente totalmente diferente após ver Eric Parrudo deixar o Brave 8 a três dias do evento, Luan “Miau” Santiago teve dificuldades com Soares. Eleito o Lutador do Ano em 2016 pelo Prêmio Oswaldo Paquetá, o peso leve foi a knockdown duas vezes no primeiro assalto, mas mostrou raça e permaneceu no duelo para conquistar um grande nocaute.
Em um dos raros momentos onde Igor Soares não estava andando para frente, Luan fintou um golpe com a mão direita e soltou um uppercut que derrubou o adversário. “Miau” apenas conferiu o trabalho já feito, conquistando sua segunda vitória no Brave, as duas por nocaute no primeiro round. Ele agora quer lutar em uma edição fora do Brasil.
“Eu espero que esse bônus e esses nocautes me levem para uma luta internacional. Quero enfrentar o Ottman Azaitar lá fora e quero que ele pare de correr e me enfrente logo”, provocou  Luan, referindo-se ao peso leve marroquino, um dos principais nomes do Brave.
Já “Camelo” vinha se preparando há alguns meses para Rogério Santos e mostrou na hora da luta que sua academia, a Evolução Thai, se destaca também por seus lutadores de chão. Ele se deu bem na parte de wrestling contra Santos e não se desesperou quando precisou fazer guarda, atacando o braço do adversário e fazendo-o desistir. 
“Esse é um sonho para mim. Lutar em uma promoção grande, internacional e ter milhões de pessoas vendo minha luta. Sou faixa-preta de jiu-jitsu e represento a Arte Suave então ter um bônus de finalização é incrível. Eu fiz um camp de três meses para essa luta e estava muito bem preparado. Ainda não estou acreditando que consegui vencer no Brave. Muito bom poder mostrar o trabalho dos meus treinadores André Dida e Serginho Moraes”, comentou Ramon.
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Victor Nunes

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