Raush Manfio busca cinturão do Titan FC nesta sexta-feita

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Lutador falou sobre a carreira em entrevista exclusiva

Por: Claiton Freitas e Victor Nunes

Aos 26 anos, Raush Manfio, atleta da American Top Team busca a maior conquista da carreira nessa noite. Natural de São Paulo, o lutador vem embalado por três vitórias consecutivas no Titan FC, evento no qual vai disputar o título contra Siney Outlaw na cidade de Fort Laderdale.

Somando um cartel com 11 vitórias e apenas 2 derrotas na carreira, Raush Manfio vai em busca do cinturão da divisão peso-leve do Titan FC. Em entrevista exclusiva ao “MMA Premium” o lutador sobre a carreira e o seu principal objetivo que é o Ultimate:

UFC

– Minha expectativa é toda em cima do UFC. Hoje em dia muitas pessoas confundem o nome do esporte com o nome da organização, até perguntam se eu luto MMA ou luto UFC, achando que são coisas distintas.

Contrato do UFC e a Rebook

– Eu creio que esse contrato com a Reebook futuramente será revogado, porque acredito que foi um péssimo negócio para os atletas e a Reebook, acho que só o UFC saiu ganhando com ele.

Evolução no MMA

– Eu me considero um lutador mais maduro, um lutador completo. Estipulei um estilo de jogo, eu escolhi ser um striker, buscar o nocaute, defender as quedas, dá um show em pé, pois essa é a parte que mais me agrada. Meu estilo de jogo hoje é definido, eu sei quem eu sou e o que vou fazer lá dentro.

Luta mais dura da carreira

– Minha luta mais dura foi minha última luta contra (nome do adversário) pois no papel ele era um cara para eu atropelar, vencer com um nocaute contundente, achei que eu fosse finalizar a luta rápido. Mas o cara me deu um KnockDown no segundo round, o primeiro round foi parelho e eu venci os últimos três. Na opinião foi a luta mais dura pois aprendi muito, tive que me recuperar de um knockdown, o cara me surpreendeu com sua mudança de estilo.

Profissionalismo no esporte

– Para mim ser um atleta está ligado ao seu profissionalismo, comecei a treinar devido a um sonho. Mas não adianta eu sonhar e ter vontade se eu não profissional. Quando eu percebi que não conseguiria ser profissional no Rio Grande do Sul, fui para a Team Nogueira que era considerado o melhor time na época e trabalhei lá para me tornar um profissional. Depois vim para a American Top Team para evoluir ainda mais e por questões pessoais, morar nos Estados Unidos. Para mim ser atleta é isso, você trabalhar naquilo que escolheu com profissionalismo extremo. Acho que o profissionalismo supera qualquer habilidade nata que você posso ter.

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Victor Nunes

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