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Exclusivo: Jéssica Bate-Estaca fala sobre sua evolução no UFC e luta no Brasil

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Jéssica Bate-Estaca disputará o cinturão do UFC pela segunda vez, agora em solo brasileiro 

Por: Bill Santos e Claiton Freitas

Após vários anos lutando fora do país, Jéssica Bate-Estaca lutará pelo cinturão do palhas no UFC 237, no Brasil, muito provavelmente em Curitiba. Uma vez que é natural de Umuarama no Paraná, Bate-Estaca irá disputar o cinturão peso-palha do UFC pela segunda oportunidade na carreira e agora terá que derrotar a campeã Rose Namajunas.

O MMA Premium conversou com exclusividade com Jéssica Bate-Estaca Andrade:

O que mudou no seu jogo desde a sua primeira disputa de cinturão em 2017?

Eu evoluí muito, desde a disputa de cinturão com a Joanna, consegui ver ao eu tinha que melhorar no meu jogo, o que faltava para melhorar. E hoje, graças a Deus, consegui mostrar nas minhas três últimas lutas minha evolução no jogo em pé e no jogo de chão. Estou me sentindo muito bem, confiante, sem lesão nenhuma e praticamente quase tudo mudou no meu jogo, eu continuo agressiva, continuo tomando soco na cara para ver qual a força da adversária para não me assustar mais tarde com o que vier. Então, eu melhorei muito a caminhada e estou muito bem para essa disputa de cinturão.

O UFC 237 está marcado para o Brasil, lutar na sua terra depois de anos lutando fora é um incentivo a mais?

Com certeza, estou muito feliz em lutar no Brasil, no meu estado se a luta acontecer mesmo em Curitiba. É a realização de muitas coisas, de poder lutar em casa, disputar um cinturão perto da minha família, das pessoas que eu amo, isso não tem preço. Sentir a torcida, a alegria, o calor e a energia das pessoas que estão lá por você.

Jessica Andrade

Jessica Andrade

Como você analisa o jogo da Rose Namajunas?

A Rose é uma lutadora muito forte, acredito que pela envergadura maior que a minha venha me trazer alguns problemas na trocação, mas estou me preparando para isso. Ela tem um punch forte, caminha bem mas acredito que na parte de chão sou melhor. Cada luta é uma luta, embora ela estará preparada para tudo, assim como eu estarei. Certamente é entrar lá e fazer o seu melhor, impor seu jogo sempre.

Como você analisa a sua trajetória no UFC até essa segunda chance pelo cinturão?

A minha trajetória é de evolução, cada luta que fiz evoluí em algum aspecto tanto na parte de chão quanto na trocação. Eu descobri a minha categoria, quem eu era, quem eu sou, a minha força descobrir tudo isso nessa evolução desde a minha primeira luta nos galos até hoje na minha luta nos palhas. Acredito que venho evoluindo cada vez mais, mas só tenho 27 anos, tenho muito ainda para evoluir, não sou faixa-preta de nada, toda luta verão uma Jéssica diferente, uma campeã diferente e fazendo história como sempre. Como sendo a primeira brasileira a pisar no octógono do UFC, além dos recordes, inegavelmente tenho muita história para fazer.

Deixe um recado para os seus fãs?

Continuem torcendo por mim, que eu vou dar o meu melhor para sair com o cinturão, estou me dedicando para isso. Espero que todos estejam juntos comigo, no mesmo pensamento positivo, enviando muita energia boa que vamos sair com o cinturão para o Brasil, para minha cidade, para todos!

Aliás, Jéssica Bate-Estaca Andrade da PRVT Girls será um das estrelas da terceira temporada da série do UFC Nascidos para o Combate, saiba como assistir e todas informações clicando aqui.

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About Author

Claiton Freitas

Um jovem gaúcho apaixonado pelo mundo das artes marciais mistas.

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