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TR Fight 12: Estreante no profissional, Henrique Garcez protagoniza guerra em Três Rios

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Companheiro de treinos de Demian Maia, o petropolitano surge como promessa no MMA nacional

Poucos atletas tem a oportunidade de treinar com uma equipe formada por grandes nomes, e Garez é um deles. Faixa-marrom na arte suave, o peso-médio da equipe ‘QG Centro de Lutas’ aprimorou, ainda mais, o seu jiu-jítsu na ‘Vila da Luta’, academia de Demian Maia, onde treina com o próprio.

Aos 23 anos, Henrique já possui experiência internacional. Campeão britânico pelo ‘Machine MMA’, na categoria dos meio pesados, e com um cartel onde saiu com a vitória nas suas cinco lutas amadoras, o lutador de 1,88 é um dos prospectos a serem observados.

Após protagonizar uma batalha, onde venceu Marcão “Mineirinho”, por decisão unânime, em sua estréia profissional, no TR Fight 12, o jovem lutador tem agora outro foco a curto prazo.

Em um bate-papo com o MMA Premium, atleta natural de Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro, contou um pouco sobre a sua carreira. Confira:

Como foi o seu início no MMA?

Comecei a treinar com quatro anos e, desde então, nunca mais parei. A luta sempre foi algo muito presente na minha vida. Eu sabia que em algum momento iria acabar lutando MMA e aos 18 fiz a minha estreia no amador, e acabei vencendo com um arm lock.

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Você fez algumas lutas fora do Brasil. É importante para um atleta pegar essa bagagem internacional? Por que?

É importante, mas não é necessário. Você viajar, conhecer novas técnicas e culturas é sim muito legal. Mas, no Brasil temos o mais alto nível de excelência, tanto de treinadores quanto de adversários.

Como foi o seu camp para o TR Fight 12?

Foi muito bem feito. Infelizmente, tive duas lesões nas últimas três semanas de Camp, o que me obrigou a desacelerar um pouco os treinos. Mas, mesmo assim, deu tudo certo. Sou muito grato aos treinadores e a todos os patrocinadores que me ajudaram, Itaipava Nutri, Padaria Bikankas, Guto e Filhos e Itaipava Poker.

Henrique Garcez na ‘Vila da Luta’, academia de Demian Maia.

Aliás, você teve o privilégio de ter atletas de alto nível como parceiros de treino. Como Alex “Cowboy”, na ATS, e Demian Maia, na ‘Vila da Luta’, de que maneira isso te ajudou?

É muito importante porque eles fazem você cortar certos caminhos. Eles te ajudam a não cometer os erros que cometeram há 10 anos atrás, e é muito bom para aprender com pessoas que admiramos dentro e fora do tatame.

Na sua estreia profissional, você dominou o seu oponente nos dois primeiros rounds. Mas, no terceiro, precisou mostrar, sobretudo, muito coração para aguentar o ímpeto do seu rival pra garantir a vitória. Como foi passar por essa guerra?

Foi diferente de tudo! Talvez, pelo tempo parado e alguns momentos que usei energia demais sem necessidade, cheguei morto pro terceiro round. Eu não aguentava ficar em pé, de tão cansado. Tive que trabalhar a cabeça bem para não desistir, pois sabia que se fosse por pontos, a vitória era minha. Meu adversário teve grande mérito, e vou levar essa lição para as próximas lutas!

FOCO NO JIU-JÍTSU

O que podemos esperar de Henrique Garcez daqui pra frente? Já tem alguma luta em mente?

No MMA por enquanto não, mas no dia 22 de setembro tem o brasileiro sem kimono da IBJFF, que, no momento, é o meu foco principal.


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Só tenho a agradecer a todos os treinadores, familiares e amigos. Sou muito feliz de ter tanta gente boa e do bem o meu redor.

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Estudante de jornalismo, apaixonado por futebol e MMA.

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